quarta-feira, 14 de setembro de 2011

NOVIDADE DA CIÊNCIA DO ESPORTE!


Realizado nos Estados Unidos, o congresso "Exercício é Remédio", um dos mais importantes do mundo, abordou desde a importância das atividades físicas para o sono até seu papel na diminuição de dores. São inúmeras provas de que largar o sedentarismo contribui para o bem-estar.



Novidades da ciência do esporte




por Theo Ruprecht


1) A gordura em seu devido lugar
A fisiologista americana Karlie Friesen, da Universidade do Oregon, decidiu investigar a influência da dança moderna, um tremendo exercício aeróbico, na distribuição dos pneuzinhos. Para isso, comparou a composição corporal de 31 dançarinas com a de 30 pessoas que não malhavam. "Mesmo quando a quantidade de gordura era igual em uma mulher do primeiro grupo e outra do segundo, a forma como ela se depositava no corpo era distinta", relata a autora. Na realidade, as voluntárias que se mexiam ao som de música tendiam a apresentar menos excessos gordurosos no fundo da barriga, onde são capazes de causar mais estragos ao organismo.

2) Dois minutos contra a dor 
Só 120 segundos diários de atividades físicas no escritório já ajudam a atenuar incômodos no pescoço e nos ombros. "O treinamento leve relaxa os músculos dessas regiões", esclarece Lars Andersen, cientista que assinou o experimento e membro do Centro de Pesquisas no Ambiente de Trabalho de Copenhague, na Dinamarca. Mas ele destaca que, quando esse tempo sobe para 12 minutos, as melhoras são bem mais significativas.

3) A que horas malhar para dormir bem?

"Exercitar-se de manhã assegura um sono melhor do que praticar esporte à tarde ou à noite", responde Scott Collier, educador físico da americana Appalachian State University, que conduziu um trabalho sobre o tema. Isso porque hormônios como a adrenalina, que abalam o repouso sob os lençóis e são produzidos durante a movimentação vigorosa, teriam tempo para ser processados.

4) Joelho a salvo
Sessões de academia que fortalecem os músculos perto do quadril diminuem o risco de lesões no joelho de corredores. A constatação veio da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. "Participantes do estudo com essa musculatura desenvolvida passaram a se mover melhor, evitando uma sobrecarga nas articulações dos membros inferiores", revela Tracy Dierks, expert em análise do movimento.

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