quarta-feira, 10 de outubro de 2012

ALIMENTOS QUE PODEM CAUSAR DOR DE CABEÇA

Queijo e chocolate - Foto Getty Images

Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que mais de 90% das pessoas sofrem ou sofreram de cefaleia (dor de cabeça) em algum momento da vida. E as causas podem ser inúmeras, como estresse e falta de sono. O que poucas pessoas sabem é que a alimentação também é fator determinante para desencadear essas dores. 

As nutricionistas Juliana Lucena, da BioGourmet em São Paulo, e Joana Lucyk, da Clínica Saúde Ativa, em Brasília, explicam que a cefaleia pode ser causada por alguns tipos de substância presentes em diversos alimentos e, no caso de pessoas que sofrem de crises de enxaqueca, o ideal é que esses alimentos sejam evitados ao máximo na dieta. 

"É aconselhável que as pessoas que sofrem de dores de cabeça façam um tratamento médico especializado para identificar a causa e tratar o sintoma da forma mais adequada possível", diz a nutricionista. Mas além de cuidados com a alimentação, também deve-se evitar períodos de jejum, que também acarreta cefaleia. Veja a seguir as substâncias e os alimentos alimentos que lideram o ranking de desencadeadores da dor de cabeça


Aminas: as aminas estão presentes em alimentos como cerveja, queijos maturados, alimentos embutidos, molho à base de soja, repolho e chocolate. "Estas substâncias podem alterar o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a dor de cabeça", explica a nutricionista Joana Lucyk.
Café - Foto Getty Images
Cafeína: café, refrigerante, chá preto ou energético são ricos em cafeína. A dor de cabeça desencadeada por esta substância pode acontecer em duas situações: se combinada a alimentação com medicamentos que possuem cafeína em sua composição ou pela própria abstinência de cafeína. "As pessoas acostumadas a consumir uma determinada quantidade de café ou bebidas que contenham cafeína podem sofrer os efeitos da redução", aponta Joana.
Vinho e Cerveja - Foto Getty Images
Bebidas alcoólicas: bebidas como o vinho e a cerveja possuem substâncias chamadas histamina e tiramina, que desencadeiam a piora do quadro de dor de cabeça.
Lipídeos - Foto Getty Images
Lipídeos: os alimentos fontes de lipídeos e que são prejudiciais englobam a manteiga, margarina, frituras, doces, biscoitos recheados, carnes gordas, queijo amarelo, leite integral, requeijão e embutidos. "Esses alimentos possuem proteínas alergênicas, como a beta lactoglobulina e caseína, que podem causar a cefaleia", afirma a nutricionista da Clínica Saúde Ativa.
Batata Frita - Foto Getty Images
Frituras: elas são ricas nos ácidos graxos oléico e leonéico, substâncias que causam contração dos vasos sanguíneos cerebrais. As frituras também podem estar envolvidas no desencadeamento da cefaleia.
Adoçante - Foto Getty Images
Aspartame: a nutricionista Juliana Lucena afirma que o aspartame metaboliza no organismo substâncias como a amina e a fenilalanina, tornando-se assim um dos principais vilões desencadeantes da dor de cabeça.
Salame - Foto Getty Images
Nitratos e nitritos: presente nos embutidos (como salame e presunto), peixes em conserva, patês e caviar. As nutricionistas contam que essas substâncias também atuam em alguns casos como desencadeadores da dor de cabeça da mesma forma que as aminas. Elas alteram o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a cefaleia.

Suplementação de vitamina D3 melhora composição corporal de mulheres com sobrepeso/obesidade


vitaminaD.jpg Vitamina D, Onde encontrar?

Estudo publicado na revista Nutrition Journal concluiu que o aumento das concentrações de vitamina D (25-OHD) pela suplementação de vitamina D3 levou à redução de massa de gordura corporal em mulheres com sobrepeso e obesidade.

Trata-se de um estudo duplo-cego, randomizado, controlado por placebo, em que foram avaliadas 77 mulheres, com idade média de 38 anos (± 8,1 anos), índice de massa corporal (IMC) de 29,8 kg/m2 (± 4,1). As participantes foram aleatoriamente distribuídas em dois grupos: aquelas suplementadas com vitamina D3 (colecalciferol, 25 mcg/dia) e um grupo placebo.
A intervenção foi realizada durante 90 dias e foram feitas aferições de peso, altura, cintura, quadril, massa de gordura corporal por bioimpedância elétrica, níveis de 25-OHD e paratormônio (PTH intacto, iPTH) e avaliação da ingestão alimentar antes e depois da intervenção. O paratormônio é um hormônio produzido pelas células principais da paratireoide, em que sua secreção é regulada pelo nível plasmático de cálcio, caindo com o aumento das concentrações de cálcio e aumentando quando o cálcio está diminuído.
Os níveis séricos de 25-OHD aumentaram significativamente no grupo suplementado em comparação com o grupo placebo (p < 0,001). As concentrações de iPTH foram reduzidas pela suplementação de vitamina D3, indicando que houve melhor absorção de cálcio. Além disso, a suplementação com vitamina D3 causou uma diminuição estatisticamente significativa na massa de gordura corporal no grupo suplementado com vitamina D3 em comparação com o grupo placebo (-2,7 ± 2,1 kg vs -0,47 ± 2,1 kg, p < 0,001). No entanto, o peso corporal e a circunferência da cintura não se alteraram significativamente em ambos os grupos.
“Evidências sugerem que o cálcio e a vitamina D desempenham um papel importante na regulação da massa corporal gorda. Os dados indicam que a vitamina D pode aumentar a massa magra e inibir o desenvolvimento dos adipócitos. Esses efeitos da vitamina D podem ser mediados pela 1,25 dihidroxivitamina D3 ou através da supressão do PTH”, observam os autores.
“O presente estudo demonstra que a suplementação com 25 mcg por dia de vitamina D3 durante 90 dias em mulheres com sobrepeso/obesidade diminui a massa de gordura corporal, mas não afeta o peso corporal e circunferência da cintura. Outras investigações devem ser realizadas para saber se a vitamina D pode desempenhar um papel na regulação da composição corporal da população em geral”, concluem.

EXPLICANDO: 

vitamina D é um grupo de pró-hormônios lipossolúveis, sendo que possui duas formas principais que são: vitamina D2 (calciferol) e vitamina D3 (colecalciferol). Esta última é produzida quando há a exposição da pele à luz solar, mais especificamente, à radiação ultravioleta B.

Fórmula estrutural plana da Vitamina D2 (Calciferol)
Esta vitamina possui importante função na absorção de cálcio, sendo, portanto essencial no desenvolvimento dos ossos e dentes, porém quando em níveis muito altos, pode promover a reabsorção óssea; atua no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas.
Existem raros alimentos que são naturalmente fontes de vitamina D, e em vários países, sua ingestão provém de produtos fortificados como: leite, leite de soja e cereais. A dose recomendada por dia para crianças e adultos de até 50 anos é de 5 mg/dia (200 UI/dia). Já em pessoas de 51 a 70 anos de idade, a dose aumenta para 10mg/dia (400UI/dia) e, 15 mg/dia para idosos acima de 70 anos de idade. Dependendo do local que a pessoa more, há épocas do ano em que a exposição ao sol é insuficiente, sendo assim, a pessoa deve incluir boas fontes de vitamina D na sua dieta.

Fórmula estrutural plana da Vitamina D3 (Colecalciferol)
A deficiência de vitamina D (hipovitaminose D) pode ser em consequência de uma inadequada ingestão desta com insuficiente exposição aos raios ultravioletas; devido à desordens que limitem sua absorção; condições que dificultam a conversão de vitamina D em metabólitos ativos; em raras ocasiões, por desordens hereditárias. Essa escassez pode resultar em diversas desordens nos ossos, como:
  • Raquitismo: é uma doença infantil que se caracteriza por crescimento deficiente e anormalidades nos ossos longos. É comum acontecer em fetos, quando a mãe possui deficiência de vitamina D;
  • Osteomalácia: esta desordem é exclusiva de adultos e caracteriza-se pela fraqueza muscular próxima e fragilidade óssea.
  • Osteoporose: é quando há uma redução da massa óssea, sendo que os ossos passam a ser mais frágeis.
Além das desordens citadas anteriormente, a deficiência da vitamina D pode estar relacionada à suscetibilidade a diversas doenças crônicas como: tuberculosecâncer, pressão alta, esclerose múltipladepressão e esquizofrenia.
Casos de hipervitaminose D são muito raros. Quando ocorrem é devido à erros manufatureiros e industriais. A longa exposição ao sol não causa excesso dessa vitamina. Alguns dos sintomas causados pela intoxicação por vitamina D resultam da hipocalcemia causada pelo aumento da absorção intestinal de cálcio; pode causar também: pressão alta, perda de apetite, náuseas e vômito. Por conseguinte, há uma excessiva produção de urina, sede elevada, fraqueza, nervosismo e, às vezes, insuficiência renal.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Estiramento Muscular



O estiramento muscular é uma lesão indireta que se caracteriza pelo alongamento excessivo das fibras musculares, ou alongamento além dos limites normais, também chamados de fisiológicos. Esta lesão é uma das mais frequentes nos esportes em geral, e acarreta modificações significativas nos hábitos de treinamento e competição dos praticantes.

Os músculos posteriores da coxa, os músculos da panturrilha, a musculatura interna da coxa e o músculo anterior da coxa, são mais susceptíveis a esta lesão, também denominada distensão. 

- Grau I – é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão < 5 do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode ser ausente no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos estruturais mínimos, a hemorragia é pequena, a resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida.
- Grau II – Neste caso, o número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (lesão > 5 e < 50 do músculo), com as mesmas características da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais acentuado e redução da função muscular. A resolução é mais lenta.
- Grau III - Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão > 50 do músculo), resultando em uma importante perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal à lesão, devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível.

Causas: deficiências de flexibilidade, desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas (agonistas e antagonistas), lesões musculares pregressas, distúrbios nutricionais e hormonais, infecções, fatores relacionados ao treinamento, incoordenação de movimentos, técnica incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, má postura durante a execução do treino, discrepância de comprimento de membros inferiores, diminuição da amplitude de movimento, e o mais importante, sem desconsiderar os outros pontos : insuficiência no aquecimento inicial antes da prática dos exercícios.

Tratamento: Quando ocorre a lesão, a fase aguda é contida com gelo, repouso, elevação do membro e uso de antiinflamatórios, prescritos por um profissional médico e fisioterapeuta. Nesse caso, é obrigatório aguardar a reparação muscular, pois o processo cicatricial resultante deve ser bom e isto ocorre, em média, num período de 4 semanas. Após este período, iniciam-se os alongamentos. 

Mas há exceções, quando todo processo de reabilitação de um atleta deve ser o mais rápido possível, para ele voltar à ativa o quanto antes. A fisioterapia acelera esta resolução cicatricial com o uso de laser e ultra-som fisioterapêutico, facilitando o trabalho.

Após esta sequência inicial de cuidados específicos, iniciam-se os exercícios gerais. Os exercícios de recuperação funcional, que estão em alta hoje na mídia, têm como objetivo retornar o indivíduo à sua atividade de costume, antes da lesão. Além de restaurar a estabilidade funcional e os padrões de movimentos específicos do atleta, minimizando o risco de nova lesão.

No geral, a evolução é feita de modo gradativo. O treino, inicialmente, deve ser feito com baixa intensidade, respeitando as suas limitações e a ocorrência de dor eventual.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

USAR ROUPA APERTADA AUMENTA O RISCO DE INFECÇÕES NAS REGIÕES ÍNTIMAS


A vagina é uma região muito limpa, mas diversos fatores podem causar desequilíbrio nessa região, como mostraram o ginecologista José Bento e o infectologista Caio Rosenthal no Bem Estar desta segunda-feira (27).
O excesso de higiene e o uso de roupas muito apertadas podem favorecer o surgimento de infecções nos genitais.
Dormir sem calcinha ajuda a prevenir esses problemas porque deixa a região íntima arejada. Para evitar que a temperatura nessa região aumente, é preciso evitar também roupas apertadas, quentes e com tecidos sintéticos, que dificultam a transpiração e favorecem a proliferação inadequada de microorganismos, especialmente do fungo Candida.
Arte cuidados íntimos Bem Estar (Foto: Arte/G1)
Além da infecção causada por esse fungo, há outras duas que são as mais comuns, causadas por diferentes bactérias, como a Gardnerella e pelo protozoário Trichonomas, como mostrou o infectologista Caio Rosenthal.
Todas essas infecções causam corrimento na mulher, mas a cor da secreção pode dar uma dica de qual é a infecção.
O fungo Candida, por exemplo, tem o corrimento esbranquiçado e pode causar coceira. Já o Trichomonas causa corrimento amarelado, com ardor e vermelhidão na mucosa vaginal, e a Gardnerella dá corrimento acinzentado, com um odor desagradável.
No caso do fungo Candida, ele é responsável por 20 a 25% dos corrimentos genitais infecciosos e pode ser encontrado em diversas partes do corpo. Em situações de estresse, doença, excesso de calor e umidade, esse fungo pode se proliferar além do normal, o que provoca coceira, desconforto e o corrimento.
É importante alertar que mesmo mulheres virgens também podem ter essa infecção, o que não é o caso da infecção por Trichonomas ou Gardnerella, que são doenças sexualmente transmissíveis.
Um dos sintomas dessas infecções são também os gânglios, que aparecem principalmente na virilha, na axila e no pescoço.
Eles têm o tamanho de um grão de feijão e incham quando há uma infecção. Esse inchaço é um alerta de que algo está atacando o organismo, segundo o infectologista Caio Rosenthal.
Higiene
Cuidar das regiões íntimas é importante, mas o excesso pode ser um problema.
Lavar com água e sabão muitas vezes ao dia pode causar um desequilíbrio na quantidade de microorganismos e favorecer a invasão de outros mais oportunistas. A recomendação é que essa região seja higienizada apenas uma vez ao dia.
Para as mulheres, o uso do absorvente também deve ser administrado da maneira adequada. A eficiência e a segurança desses produtos depende do período em que ele é utilizado - os médicos recomendam trocá-lo em, no máximo, até 4 horas.
Há dois tipos, os externos e os internos, que podem ser escolhidos de acordo com a situação.
A cobertura de algodão dos absorventes externos é mais suave para a pele, mas os internos permitem que a mulher faça movimentos mais amplos.
Algumas mulheres reclamam de dor ao usar o absorvente interno, mas isso é sinal de má colocação.
Ele é colocado em uma região sem nervos, o colo do útero, e por isso não causa dor. Além disso, como ele absorve o fluxo antes de sair do corpo, evita também odores e manchas.

ANVISA SUSPENDE IMPORTAÇÃO DE REMÉDIO CONTRA O VÍRUS DO HERPES


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a importação do medicamento aciclovir, contra o vírus do herpes, fabricado pela empresa chinesa Zhejiang Zhebei Pharmaceutical Co. Ltd.
Foram identificadas irregularidades no remédio durante uma inspeção feita entre 9 e 13 de abril.
A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (4) e, segundo a Anvisa, essa é uma ação de interesse sanitário. A sede da empresa fica na cidade de Xinshi, província de Zhejiang, no sudeste da China.
Herpes (Foto: Arte/G1)
Como age o aciclovir
O aciclovir é o principal remédio para evitar o aparecimento das lesões causadas pelo herpes. O medicamento não mata o vírus, apenas impede sua reprodução. A hora certa de passar o produto é quando a pessoa começa a sentir aquela sensação de coceira, calor e incômodo localizados. Se aplicado em tempo, o medicamento inibe a reprodução do vírus e evita a criação de ferimentos na camada mais superficial da pele.
Muita gente aplica o aciclovir quando já está com a lesão, e isso é errado porque, depois de 72 horas da fase do comichão e da coceira, o remédio já perde quase que completamente sua eficácia.
No caso do herpes zoster, também podem ser tomadas vacinas imunoestimulantes, que diminuem a frequência e a intensidade da doença. Por isso, é importante procurar um médico logo que o problema surge.
Mais suspensões
A Anvisa também determinou a interdição cautelar em todo o país do lote AR 069 do medicamento Sinvaston, contra o colesterol.
Os comprimidos revestidos, com validade até janeiro de 2014, são fabricados pela empresa Sanval Comércio e Indústria Ltda. e tiveram resultado insatisfatório em testes.
Além disso, a Anvisa publicou no Diário Oficial desta terça a proibição da fabricação, divulgação, distribuição, comércio e uso de todas as mesas cirúrgicas intituladas "Mesas Cirúrgicas Elétricas", da empresa Impromed do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Médicos.
As mesas foram suspensas por não terem registro sanitário. A empresa responsável deverá recolher todos os produtos existentes no mercado.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O USO DA FITA CINESIOLÓGICA


fita cinesiológica O uso da fita cinesiológica
Durante os Jogos Olímpicos poderá ter reparado numas fitas cinesiológicas coloridas (aka Kinesin) aplicadas nas pernas, costas, braços e outras partes do corpo dos atletas.
O propósito dessas fitas é ajudar a estabilizar tendões, articulações e proporcionar alívio da pressão. investigadores da Academia Nacional de Defesa, no Japão, estudaram o seu potencial para aliviar a fraqueza muscular.

Primeiro, os detalhes.

O estudo examinou o efeito da estimulação tátil em forma de fita cinesiologia na fraqueza muscular secundária à atenuação do feedback dos nervos.
  • Essa fragilidade é neurofisiologicamente semelhante às observadas nas lesões dos joelhos.
  • Teoricamente, o aumento de impulsos para os neurônios motores gama (impulsos do sistema nervoso central para a periferia) pode reverter essa fraqueza.
fita cinesiológica1 O uso da fita cinesiológica
Alguns atletas como Kerri Walsh, vencedora de duas medalhas de ouro olímpicas, são adeptos do uso da fita cinesiológica
Os participantes receberam ambos os tratamentos de forma aleatória.
  • A fita cinesiologia foi aplicada ao redor do joelho de cada indivíduo durante a contração voluntária máxima medida após vibração.
  • Condição sem fita: A fita não foi aplicada antes da vibração.
Variações percentuais médias entre a pré-e pós-vibração foram comparados com e sem a fita.

E os resultados:

A contração voluntária máxima e a medição eletromiografia média (atividade elétrica produzida pelos músculos esqueléticos) foram significativamente maiores com fita vs sem fita.

Conclusão

Os autores concluíram:
“Os resultados sugerem que a estimulação tátil em forma de fita cinesiologia inibe o declínio da força e da eletromiografia.”
  • O número de participantes não foi indicado no resumo.
  • Existem poucos outros estudos que suportem o uso da fita cinesiologia.

O uso da fita cinesiológica na artrite reumatóide

Num outro estudo, realizado na “University of Technology, em Opole, Polónia“, a força muscular manual, em 20 pacientes com artrite reumatóide, aumentou de forma significativa com o uso da fita cinesiologia + fisioterapia vs apenas só com fisioterapia.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A importância do café da manhã!



Você já deve estar cansado de ouvir isso: café da manhã é realmente a refeição mais importante do dia. Mas, muitas pessoas ainda estão perdendo ou deixando de fazer seu desjejum! Você é um dos mais de 150 milhões de pessoas que não fazem o café da manhã? Ou sua ideia de café da manhã é um café e um bolo ou ainda o pão francês com café preto? Se assim for, então siga estas dicas para começar a consumir um desjejum perfeito.

Há várias razões principais para começar cada dia com uma refeição nutritiva pela manhã:
1. O café da manhã estimula o metabolismo. Ao iniciar o seu dia com carboidratos complexos saudáveis (FIBRAS), juntamente com proteínas magras, você irá aumentar a queima de calorias, acelerando o seu metabolismo. Então, você realmente DEVE comer para perder peso!
2. Pessoas com hábito de realizar o desjejum são mais magras. As pessoas que tomam café da manhã estão mais propensas a manter o peso saudável do que aqueles que não o fazem. Pesquisas mostram que cerca de 78% das dietas bem sucedidas possuem o café da manhã como uma das principais refeições, em comparação com apenas 4% que raramente comem no período da manhã. Por quê isso acontece? Pessoas que não costumam realizar o desjejum geralmente passam horas sem se alimentar, gerando um excesso de fome na próxima refeição associada ao consumo de grandes porções e alimentos ricos em calorias. Um café da manhã realizado de forma adequada pode mantê-lo longe de comer em excesso no final do dia.
3. O café da manhã fornece o “combustível” para iniciar o seu dia. Consumir uma refeição matinal equilibrada irá ajudá-lo a realizar suas atividades melhor no seu dia a dia, tanto mentalmente quanto fisicamente.

Como construir um desjejum em 3 passos
Passo 1 – Proteína
Um estudo publicado recentemente na crescente literatura científica mostrou que comer mais proteínas no café da manhã pode ajudar a comer menos nas próximas refeições, reduzir o consumo de alimentos “não saudáveis”, tornando mais fácil ficar com vontade de comer alimentos saudáveis e com calorias boas bem distribuídas. Boas fontes de proteína incluem ovos, iogurte desnatado e queijos magros (ricota, cottage), peixes de águas frias e proteínas do pão integral.
Passo 2 – Cereais integrais
Grãos integrais são responsáveis pela energia que você precisa para alimentar sua manhã e o resto do dia, mais fibras devem ser consumidas para promover a saciedade e controlar a fome. Boas fontes são: pão integral com pelo menos 3 g de fibra, cereais integrais, farinha ou flocos de aveia, quinua, linhaça, amaranto em flocos, granola sem açúcar, entre outros.
Passo 3 – Frutas e vegetais
Todos nós precisamos aumentar o consumo de frutas e vegetais, e café da manhã é o momento perfeito para consumirmos algumas porções destes alimentos na dieta. Eles irão proporcionar ao nosso organismo vitaminas e sais minerais, fibras e antioxidantes.

Desjejuns em menos de 10 minutos
Se você acha que não tem tempo para preparar seu café da manhã, pense novamente. Em apenas 10 minutos ou menos, você pode ter uma refeição saborosa, nutritiva, e que para começar o seu dia com muita disposição.
Aí vão algumas ideias rápidas para o preparo de um desjejum saudável, confira a lista abaixo:
  • Acrescente 1 xícara de flocos de aveia com 2 colheres de sopa de nozes picadas e 2 colheres de sopa de frutas secas, uma pitada de canela e uma colher de sopa de mel;
  • Junte 1 ovo + 2 claras, uma pitada de sal marinho e ervas a vontade, mexa e prepare um omelete simples, mas muito saboroso;
  • Corte 1 banana grande em fatias, acrescente 2 colheres de sopa de quinua em flocos e salpique canela + uma colher de sopa de mel;
  • 1 iogurte desnatado batido com ½ papaya e 2 colheres de sopa de amaranto em flocos;
  • 3 rolinhos de peito de peru com mussarela + café com leite semi ou desnatado;
  • 2 fatias de queijo minas com tomate e manjericão + suco de couve com limão;
  • 2 ovos mexidos com ervas e chá com mel ou stévia;
  • 1 pote de iogurte desnatado natural batido com essência de baunilha e canela em pó + 10 morangos com farinha de linhaça;
  • 1 copo de leite desnatado batido com cacau em pó, adoçante e 1 banana nanica.