terça-feira, 31 de julho de 2012

SÍNDROME METABÓLICA



A síndrome metabólica ou plurimetabólica, chamada anteriormente de síndrome X, é caracterizada pela associação de fatores de risco para as doenças cardiovasculares (ataques cardíacos e derrames cerebrais), vasculares periféricas e diabetes. Ela tem como base a resistência à ação da insulina, o que obriga o pâncreas a produzir mais esse hormônio.
Síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna, associada à obesidade, como resultado da alimentação inadequada e do sedentarismo.
Fatores de risco
* Intolerância à glicose, caracterizada por glicemia em jejum na faixa de 100 a 125, ou por glicemia entre 140 e 200 após administração de glicose;
* Hipertensão arterial;
* Níveis altos de colesterol ruim (LDL) e baixos do colesterol bom (HDL);
* Aumento dos níveis de triglicérides;
* Obesidade, especialmente obesidade central ou periférica que deixa o corpo com o formato de maçã e está associada à presença de gordura visceral;
* Ácido úrico elevado;
* Microalbuminúria, isto é, eliminação de proteína pela urina;
* Fatores pró-trombóticos que favorecem a coagulação do sangue;
* Processos inflamatórios (a inflamação da camada interna dos vasos sanguíneos favorece a instalação de doenças cardiovasculares);
* Resistência à insulina por causas genéticas.
Diagnóstico
O diagnóstico leva em conta as características clínicas (presença dos fatores de risco) e dados laboratoriais. Basta a associação de três dos fatores abaixo relacionados para diagnosticar a síndrome metabólica.
* Glicemia em jejum oscilando entre 100 e 125, ou entre 140 e 200 depois de ter tomado glicose;
* Valores baixos de HDL, o colesterol bom, e elevados de LDL, o mau colesterol;
* Níveis aumentados de triglicérides e ácido úrico;
* Obesidade central ou periférica determinada pelo índice de massa corpórea (IMC), ou pela medida da circunferência abdominal (nos homens, o valor normal vai até 102 e nas mulheres, até 88), ou pela relação entre as medidas da cintura e do quadril.
* Alguns marcadores no sangue, entre eles a proteína C-reativa (PCR), são indicativos da síndrome.
Prevalência
As manifestações começam na idade adulta ou na meia-idade e aumentam muito com o envelhecimento. O número de casos na faixa dos 50 anos é duas vezes maior do que aos 30, 40 anos.
Embora acometa mais o sexo masculino, mulheres com ovários policísticos estão sujeitas a desenvolver a síndrome metabólica, mesmo sendo magras.
Sintomas
Praticamente todos os componentes da síndrome são inimigos ocultos porque não provocam sintomas, mas representam fatores de risco para doenças cardiovasculares graves.
Tratamento
Como a obesidade é o fator que costuma precipitar o aparecimento da síndrome, dieta adequada e atividade física regular são as primeiras medidas necessárias para reverter o quadro. No caso de existirem fatores de risco de difícil controle, a intervenção com medicamentos se torna obrigatória.
Recomendações
* Passe por avaliação médica regularmente, mesmo que não esteja muito acima do peso, para identificar a instalação de possíveis fatores de risco;
* Lembre-se de que a síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna associada à obesidade. Alimentação inadequada e sedentarismo são os maiores responsáveis pelo aumento de peso. Coma menos e mexa-se mais;
* Deixe o carro em casa e caminhe até a padaria ou a banca de revistas. Sempre que possível, use as escadas em vez do elevador. Atividade física não é só a que se pratica nas academias;
* Escolha criteriosamente os alimentos que farão parte de sua dieta diária. As dietas do Mediterrâneo, ricas em gorduras não-saturadas e com reduzida ingestão de carboidratos, tem-se mostrado eficazes para perder peso;
* Evite cigarro e bebidas alcoólicas que, associados aos fatores de risco, agravam muito o quadro da síndrome metabólica.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

7 motivos para beber mais chá-mate

Os amantes de chá vão adorar esta novidade: a Ilex paraguariensis, erva comumente usada para fazer o tradicional chimarrão e o tereré, pode trazer diversos benefícios à saúde. Para quem não sabe, esse é o nome científico do mate, que apesar de amargo, pode virar uma bebida deliciosa. Antes de esquentar a água, porém, é bom saber que nem todo saquinho de chá vai ajudar a secar os quilinhos a mais. 

Moça tomando chá - foto: Getty Images 
A nutricionista Karina Barros, consultora de nutrição da Abiad, explica que os pesquisadores ainda estão tentando descobrir a melhor forma de ingestão da erva para obter mais benefícios. Enquanto a descoberta não chega, opte pelo chá-mate das folhas, já que os saquinhos geralmente trazem misturadas outras partes da planta, o que disfarça o efeito da erva. Beba cerca de um litro da infusão por dia, mas procure fracionar o consumo entre as refeições. Pronto para incorporar a bebida à sua rotina? Confira os benefícios a seguir.  

Diminui o colesterol 

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina constatou que consumir três doses diárias (aproximadamente 300 ml cada ou quase 1 litro por dia) da bebida diminui em 13% as taxas de colesterol ruim, o LDL, e aumenta a de colesterol bom, o HDL.

Segundo os especialistas, isso acontece porque o chá-mate possui algumas substâncias - alcaloides e glicídios - capazes de interagir com os ácidos biliares e reduzir a absorção de colesterol.  
Moça tomando chá - foto: Getty Images
Protege o coração 


Por ser rico em antioxidantes, o chá-mate ajuda a prevenir doenças cardíacas. O nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia, explica que a presença de substâncias chamadas polifenois são as maiores responsáveis por essa prevenção. "Elas evitam o acúmulo de gordura nos vasos e previnem doenças inflamatórias", afirma. Além disso, a própria redução do colesterol já ajuda a proteger o coração. 
Mulher tomando chá - foto: Getty Images
É antioxidante 

A erva-mate possui ácido clorogênico, um antioxidante capaz de influenciar diversos mecanismos corporais, por meio da diminuição da oxidação celular. "Isso contribui para um equilíbrio metabólico", explica a nutricionista Karina. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Yerba Mate, na Argentina, mostrou que a infusão de erva mate é uma importante fonte desses antioxidantes que protegem as células contra os radicais livres (moléculas que causam envelhecimento e doenças). 
Barriga - foto: Getty Images
Melhora a digestão

Roberto Navarro explica que o chá mate ajuda na liberação dos sucos digestivos, principalmente a bile e, por isso, pode facilitar a digestão dos alimentos. Além disso, a bebida tem ação diurética, ajudando na eliminação de toxinas que fazem mal para o organismo e dificultam o emagrecimento. 
Homem tomando chá - foto: Getty Images
Estimula o cérebro 

As xantinas, substâncias semelhantes à cafeína, presentes no chá-mate podem melhorar o desempenho cerebral. O nutrólogo Roberto explica que o cérebro envelhece por oxidação dos neurônios. Como o chá-mate é uma boa fonte de polifenois antioxidantes, de maneira indireta pode retardar esse envelhecimento. Mas é preciso moderação: em excesso, a bebida pode causar irritabilidade e insônia. 
Perda de peso - foto: Getty Images
Ajuda no emagrecimento 

"Além de ter efeito termogênico, que acelera o metabolismo e aumenta o gasto calórico em repouso, a erva-mate tem ação lipolítica, que facilita a queima de gordura em excesso", explica Roberto Navarro. Se você incluir a bebida em uma dieta balanceada, terá mais chances ainda de emagrecer.  
Erva-mate - foto: Getty Images
Protege o fígado 

A nutricionista Karina explica que o chá pode auxiliar na oxidação da gordura do fígado e, por isso, colaborar com o tratamento da esteatose hepática, que é o acúmulo de gordura no fígado.  

sexta-feira, 27 de julho de 2012

DICAS DA RELAÇÃO DA EMOÇÃO COM O CORPO FÍSICO

ABAIXO DICAS DA RELAÇÃO DA EMOÇÃO COM O CORPO FÍSICO:

AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada, pessoa que fala muito, ofende ou se tranca, não fala.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo. Pessoas que criticam a si ou que criticam o outro.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido. Necessidade de ser amado.
Bexiga – Pressão, apego

Boca – Disposição para receber

BRONQUITE: Ambiente família inflamado, gritos, discussões.
Cabelos – Liberdade, poder
Coração – Capacidade de amar, emoção
Costas – Correção
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo, ressentimento.

Coluna: Medo da vida
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda, viver do passado.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização, controle.
Dentes – Agressividade, vitalidade
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.

Estômago – capacidade de absorção da vida, pensou que seria tudo diferente
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer, culpa.
Fígado – Avaliação, filosofia, religião, raiva, ressentimentos.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.

Gengivas – Desconfiança. Falta de dinheiro

HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
Intestino delgado – Elaboração, análise.
Intestino grosso – Inconsciente, ambição, indigestão com a vida.
INSONIA: Medo, culpa.

Joelhos – falta de humildade

LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior, falta de apoio.
Mãos – Entendimento, capacidade de ação, não consegue “agarrar”.
Membros – Movimentos, flexibilidade, atividade
Músculos – Mobilidade, flexibilidade, atividade

NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
Nariz – Poder, orgulho, sexualidade
Olhos – falta de discernimento. Não quer ver a realidade.
Ouvidos – Obediência. Não quer escutar alguém.
Órgãos genitais – Sexualidade
Ossos – Firmeza, cumprimento das normas, frustração por não fazer na vida o que gostaria.

PELE (acne): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida, desamor.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente. Agarra-se ao que é velho.
PULMÕES: Medo de absorver a vida, desilusão.
Pele – Delimitação, normas, contato, carinho, rejeição.
Pênis – Poder, sexualidade ameaçada ou reprimida.
Pés – Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade. Medo de caminhar na vida.
Pescoço – Medo, rigidez.


QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.

RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas. Querendo por “algo “ para fora.
REUMATISMO: Sentir-se vítima, crítica, falta de amor, amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional, culpa, crença em perseguição.
Rins – Medos, discernimento, eliminação.


Sangue – Força vital, vitalidade
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.

TIREÓIDE: Humilhação, comunica-se mal.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.


ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
Unhas – Agressividade
Vagina – Entrega

VARIZES: Desencorajamento, sentir-se sobrecarregado.
Vesícula biliar – Agressividade, raiva.



Este texto foi baseado em vários livros entre eles: “A Doença Como Caminho”, de Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke – Editora Cultrix

CAMINHO DA SACIEDADE ENTRE INTESTINO E CÉREBRO É IDENTIFICADO POR CIENTISTAS

Uma pesquisa feita pela Universidade de Lyon, na França, revela que a saciedade ao comer envolve mais do que sentir a cintura apertada. Em camundongos, os cientistas mapearam os sinais percorridos entre o intestino e o cérebro para gerar essa sensação de satisfação após uma refeição rica em proteínas.




Em artigo publicado na revista "Cell", o autor Gilles Mithieux diz que entender esse ciclo pode ajudar a criar novas formas de prevenção e tratamento contra a obesidade.
A ingestão de alimentos pode ser modulada por receptores nervosos localizados na veia porta, um importante vaso sanguíneo que drena o sangue do sistema digestivo e das glândulas ligadas a ele. De acordo com o estudo, o estímulo desses receptores aumenta a ingestão de comida, enquanto o bloqueio deles diminui o consumo.
Além disso, descobriu-se que os peptídeos – moléculas resultantes da digestão de proteínas – são capazes de conter esses receptores e controlar o apetite. São esses compostos que enviam sinais ao cérebro, então transmitidos de volta para o intestino liberar glicose (açúcar), e acabando assim com a vontade de comer.

Do G1, em São Paulo

Dor e Stress


As emoções tem um papel importante na percepção da dor, podendo alterar o limiar da dor (diminuindo ou amplificando).
Não é raro pacientes em tratamento de depressão apresentar dores crônicas e mesmo os pacientes com queixa de dores por um longo período costumam apresentarem sinais e sintomas de stress e depressão, durante muito tempo isso não foi levado em conta, muitas vezes era até levantadas algumas suspeitas sobre a existência de tais dores.
Conforme o estudo do cérebro foi sendo mais aprofundado e conhecido os circuitos neurais a abordagem e a compreensão desses pacientes foi mudando drasticamente.
Atualmente sabe-se que alguns neurotransmissores envolvidos nos quadros de depressão estão envolvidos também na sensação de dor. Outro fato é a integração das fibras de dor com o sistema límbico (emoções), o que explica muitas vezes a vontade de xingar quando nos machucamos, essas fibras nociceptivas (fibras de dor) também tem conexões com a formação reticular, que alem de outras funções controla o sono, pois isso a dor muitas vezes é pior a noite, e a falta do sono trás também consequências terríveis nos quadros de stress e depressão.
Segundo algumas pesquisas o Brasil está entre os países mais estressados, e com a auto-medicação temos visto abuso de analgésicos que na maioria das vezes não traz beneficio ao paciente.
O grande problema que nem sempre é fácil detectar quando o paciente apresenta realmente uma dor física, uma dor psicossomática ou mesmo se o quadro psicológico esta amplificando a dor física, existem algumas pistas mas não é uma regra, mas vale a pena ficar atento se o paciente apresenta histórico de depressão, distúrbios do sono, gastrite, queixas sobre o dia-a-dia no trabalho, em casa ou na escola, cefaleia, quadros de tristeza sem motivo, fadiga (cansaço), ganho ou perda de peso alterações do apetite), se a dor encontra-se presenta há mais de 3 meses (dor crônica).
O trabalho com uma equipe multidisciplinar com certeza é de grande utilidade, pois a visão de outros profissionais pode ajudar a diferenciar um paciente com dor psicossomática.
O tratamento quando detectada a presença do fator emocional no paciente deve ser por uma equipe multidisciplinar, abordando todos os aspectos que possam estar envolvidos no quadro do paciente, negligenciar a intervenção de outros profissionais é arriscar piorar a situação do paciente, podendo entrar num ciclo vicioso perigoso onde a dor piora o stress que aumenta a dor e assim por diante.

Fisioterapeuta Dr Marcelo Renato Massahud Jr

quinta-feira, 26 de julho de 2012

GUIA RÁPIDO SOBRE OS CARBOIDRATOS

Os carboidratos fornecem energia direta para o cérebro, sistema nervoso central e células musculares na forma de glicose (açucar no sangue). Podem ser simples ou compostos.

SIMPLES:
São os açúcares, compostos orgânicos cujas ligações são facilmente quebradas pela digestão. Por serem quebrados rapidamente, são fontes instantâneas de energia. Podem ser classificados como monossacarídeos ou dissacarídeos.

MONOSSACARÍDEOS
Glicose
Galactose
Frutose

DISSACARÍDEOS
São compostos por duas unidades de monossacarídeos, que são:
Maltose = Duas unidades de Glicose
Sucrose = Frutose mais Glicose
Lactose = Galactose mais Glicose

FONTES DE CARBOIDRATOS SIMPLES:   




Frutas
Leite e seus derivados
Verduras
Doces
Mel
Açúcar de mesa
Melados
Bebidas carbonatadas

COMPOSTOS (COMPLEXOS):
Os carboidratos compostos são definidos como polissacarídeos e são encontrados nos amidos e fibras. Os amidos nosso corpo consegue digerir, mas percisam ser quebrados em monossacarídeos antes de serem lançados no sangue. Como são digeridos lentamente, seu corpo demorará mais a sentir fome. Os alimentos integrais são ótimas fontes.

FONTES DE CARBOIDRATOS COMPLEXOS




Aveia
Pães
Cereais
Vegetais feculentos
Legumes
Arroz
Massas
Feijão
Batata
Milho

COMO O CORPO USA OS CARBOIDRATOS

Após digerir e absorver através da parede do intestino delgado, o corpo usa a glicose de três maneiras:

1. Pode queimar a glicose imediatamente, liberando dióxido de carbono, água e energia.

2. Se a glicose não é necessária na hora, é convertida pelo fígado ou pelos músculos em glicogênio. Glicogênio Muscular produz enegia apenas para os músculos. Glicogênio do fígado pode produzir energia para qualquer parte do corpo.

3. O restante de glicose que sobra após saturar o depósito de glicogênio é convertido em gordura pelo fígado, e estocado como tecido adiposo pelo corpo.




O corpo regula de perto o nível de glicose no sangue. Temos aproximadamente 20g circulando.

Nível alto de glicose no sangue -> Liberação de insulina -> Células musculares e adiposas absorvem glicose -> Diminui o nível de glicose no sangue de volta para o normal. (Acontece após refeições)

Nível baixo de glicose no sangue -> Liberação de glicose -> o fígado quebra o glicogênio e libera glicose no sangue -> Eleva o nível de volta ao normal (Acontece entre as refeições)

Como seus músculos conseguem guardar de 250 a 400g de glicogênio e seu fígado apenas 100g, é bom você ingerir mais carboidratos compostos do que simples.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

ESPECIALISTAS FALAM SOBRE OS RISCOS DO AÇÚCAR PARA OBESIDADE E DIABETES.


O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.
Em excesso, o açúcar pode provocar obesidade e diabetes tipo 2, doenças que são facilmente evitadas, com atividade física e reeducação alimentar. Para falar sobre os perigos dessa substância de alto poder calórico e sobre como prevenir a diabetes, estiveram no Bem Estar desta quarta-feira (4) os endocrinologistas Maria Lúcia Giannella e Alfredo Halpern, que também é consultor do programa. Segundo os médicos, a gordura abdominal predispõe a doenças metabólicas.
Tomar uma bola de sorvete é o mesmo que comer uma colher e meia de sopa de açúcar. Veja abaixo quanto há em outros alimentos:

Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de calorias e podem ser adoçados.
Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.
O Bem Estar mostrou, ainda, a incrível história da mulher que há dez anos toma 12 litros de refrigerante por dia e não é gorda, mas sofre de pressão alta (20 por 11 sem medicação e 16 por 8 com). Antigamente, a funcionária pública Vera Lúcia Fernandes, de 56 anos, bebia 16 litros. E também é fumante.
Só com o refrigerante, Vera Lúcia consome 1,2 quilo de açúcar por dia, 8,6 quilos por semana, 37 quilos por mês e 451 quilos por ano – quase meia tonelada. Além disso, a bebida apresenta uma alta concentração de sódio. Por mês, a funcionária pública gasta R$ 430 com refrigerante, e R$ 5.280 por ano. O vício, que causa abstinência, tremedeiras e já a fez procurar terapia, não atinge só ela, mas o filho e o neto de 7 anos, que começou a receber a bebida com 3 meses de vida.
Muitos não abusam do açúcar no refrigerante, mas no café. Foi o que mostrou o repórter Renato Biazzi. Sem se dar conta, as pessoas adoçam o cafezinho durante o expediente e perdem a conta. Ao longo do dia, são vários copinhos. Quem toma cinco cafés, por exemplo, chega a consumir de 10 a 12 colheres de açúcar.
O caminho do açúcar
Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.
Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.
Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue - que também pode estar presente na urina.
Tipos de diabetes
Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.
O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.
A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.
Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.
Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.
Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.
Açúcar refinado e adoçante
O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.
Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

Endocrinologista Maria Lúcia Giannella e consultor Alfredo Halpern ( entrevista para o programa BEM ESTAR - Rede Globo em 04/05/2011)


terça-feira, 17 de julho de 2012

ALGUNS ALIMENTOS TERMOGÊNICOS QUE AJUDAM EMAGRECER


Acredito que você já sabe que manter uma dieta alinhada é fundamental para emagrecer. Porém, existem alguns alimentos que podem contribuir ainda mais para essa tarefa. Esses alimentos possuem efeitos termogênicos, que ajudam a aumentar o metabolismo e queimar gordura corporal. Sendo assim, se o seu objetivo é emagrecer, procure incluir os alimentos termogênicos listados abaixo em sua alimentação.
Vale lembrar que listamos algumas frutas abaixo que devem ser consumidas ocasionalmente e com moderação devido ao alto índice glicêmico. Também listamos alguns alimentos ricos em gorduras, que ao contrário do que muitos pensam, são benéficos para o emagrecimento.

ALIMENTOS TERMOGÊNICOS

Pimenta Caiena
Pimenta Vermelha
Salsa
Vinagre de Cidra de Maçã
Repolho
Aipo
Brócolis
Couve Flor
Couve de Bruxelas
Limão
Damascos
Passas
Melancia
Mamão
Maçã
Cereja
Uva
Laranja 
Pêssego
Pera
Salmão
Cavala
Atum
Sementes de Linhaça
Aveia
Canela
Gengibre
Chá de Hibisco
Água Gelada
Guaraná em Pó
Essas são as opções mais comuns de alimentos termogênicos que podemos encontrar, e certamente vale a pena incluir alguns deles em sua dieta para emagrecer. 

7 MUDANÇAS DE HÁBITOS QUE CONTRIBUEM PARA BAIXAR O COLESTEROL

Peixe - Foto Getty Images

Embora a palavra colesterol tenha adquirido um sentido pejorativo, ele é um tipo de gordura indispensável para o funcionamento do nosso metabolismo e está presente em todas as células do corpo. O problema é que existem dois tipos de colesterol: o HDL, chamado comumente de bom colesterol, e o LDL, o colesterol ruim. Em excesso, este último pode gerar diversas complicações para a saúde cardiovascular, podendo até levar à morte. Para evitar esses problemas, o Minha Vida reuniu sete dicas de hábitos que ajudam a prevenir ou - para aqueles que já receberam o diagnóstico - controlar a doença. Confira:



Optar pelo azeite de oliva (na quantidade certa)
Embora seja calórico, com recomendação diária máxima estipulada em duas colheres de sopa, o azeite de oliva não só ajuda a diminuir o mau colesterol (LDL) como ainda aumenta o bom colesterol (HDL), explica o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração (Hcor), de São Paulo. Isso ocorre graças aos antioxidantes, como as gorduras monoinsaturadas e a vitamina E presentes no alimento.

Mas, apesar de fornecer esses e outros benefícios, como a capacidade de controlar o diabetes tipo 2, o azeite não deve ser a primeira opção na hora de preparar alimentos fritos. Neste caso, o mais recomendado é usar o óleo de soja, uma vez que ele mostra mais resistência à formação de compostos tóxicos quando aquecido.
Peixe - Foto Getty Images
Trocar a carne por peixe
Para alguns, a associação entre peixes e ácidos graxos ômega 3 é imediata. Mas será que você sabe por que eles são tão bem-vindos na dieta? Um dos motivos é o fato de eles serem uma gordura boa, do tipo insaturada, que reduz, portanto, os níveis de colesterol e triglicérides do sangue.

Além disso, como completa o cardiologista, eles ainda evitam a formação de coágulos que podem obstruir vasos, podendo causar um infarto. Ácidos graxos ômega 3 estão presentes em peixes, como salmão, truta e atum, e em outros alimentos, como linhaça, nozes, rúcula e milho.

Exercícios - Foto Getty Images
Praticar exercícios
"Praticar exercícios físicos regularmente é uma maneira eficaz de aumentar a queima de gordura corporal, reduzindo o mau colesterol (LDL)", aponta Daniel Magnoni. Treinos frequentes também atuam na perda de peso e no controle do diabetes e da pressão alta, problemas que muitas vezes acompanham quem está com colesterol alto. Resumindo: você melhora a sua saúde e, de quebra, ainda entra em forma.
Fibras - Foto Getty Images
Consumir mais fibras
Fibras não podem ficar de fora do cardápio de quem tem colesterol. Primeiro porque elas diminuem a absorção de gorduras pelo organismo, reduzindo o nível de LDL. "O outro motivo é o fato de elas aumentarem a excreção de colesterol na forma de bile", esclarece o especialista.

Assim, prefira alimentos integrais e consuma frutas com a casca, sempre que possível. Outro conselho é preferir a fruta em seu estado natural, pois, quando aquecida, ela perde parte de suas fibras.
Cigarro - Foto Getty Images
Largar o cigarro
Fumantes naturalmente têm mais chances de ter problemas cardiovasculares do que os não adeptos ao tabagismo. No caso de quem tem colesterol alto, entretanto, o cigarro ainda age acelerando o aparecimento da aterosclerose, acúmulo de substâncias gordurosas no interior das artérias. Ou seja, os riscos de entupimento de um vaso ficam ainda maiores, aumentando a probabilidade de má circulação e até de um infarto.
Aveia - Foto Getty Images
Adicionar aveia às refeições
Embora a ingestão de fibras, em geral, seja benéfica para combater e controlar o colesterol, a aveia desempenha um papel de destaque na luta contra essa doença. Isso porque ela promove a sensação de saciedade por mais tempo, melhora a circulação, controla a quantidade de açúcar do sangue e ainda diminui a absorção de gordura pelo corpo, explica o cardiologista.

Tudo isso ocorre graças a uma fibra chamada beta glucana, presente nesse alimento. Melhor ainda é saber que a aveia pode ser adicionada a diversas refeições que incluem frutas, massas e até saladas, realçando seu sabor.

Soja - Foto Getty Images
Escolher alimentos à base de soja
Os alimentos à base de soja podem não ter o mesmo sabor da carne original ou do leite, mas a verdade é que, se bem preparados, eles podem ser tão gostosos quanto quaisquer outros. E mais: eles não só combatem o colesterol ruim como ainda aumentam o colesterol bom, conta Daniel Magnoni.

A soja também ajuda a controlar problemas hormonais em mulheres na menopausa e ainda criam uma barreira no organismo contra infecções. Use a criatividade e prepare refeições ricas nesse alimento.
POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 08/08/2011

quinta-feira, 12 de julho de 2012

A IMPORTÂNCIA DO CICLO MENSTRUAL NO RENDIMENTO DESPORTIVO



A IMPORTÂNCIA DO CICLO MENSTRUAL NO RENDIMENTO DESPORTIVO

É conhecido pela vasta experiência de especialistas de renome na formação global com as mulheres que há grandes diferenças entre as características da mulher e do homem, de modo que este trabalho apresenta algumas considerações importantes.

Principais fatos a considerar:
-A quantidade de massa muscular em mulheres é menor do que nos homens, em 5 a 8%.
-As mulheres têm 32 e 35% da massa muscular no peso de corpo. Homens têm entre 40 e 45% da massa muscular em peso de corpo.
-O ângulo de inclinação do fémur relativamente aos quadris forma as pernas ligeiramente em X, o que é uma desvantagem para os eventos onde é necessário nomeadamente a extensão das pernas.
-As mulheres têm menor desenvolvimento do sistema cardio-respiratório, menor volume sistólico, e maior frequência cardiaca e respiratória.
-Respiração torácica é característica das mulheres.
-A capacidade vital é menor em 1 litro do que no homem.

Influência negativa da menstruação no desporto, tendo em conta os seguintes aspectos:
Em ciclos menstruais relativamente estáveis, o óvulo não fertilizado desce juntamente com sangue e restos de tecido, nos dias em que esse fenômeno ocorre existem alterações funcionais e psicológicas:
-Aumento do pulso ou da freqüência cardíaca.
-Aumento da pressão arterial.
-Aumento na temperatura corporal.
-Diminui a porcentagem de hemoglobina no sangue.
-Aumenta a excitação do Sistema Nervoso, que se reflete na apatia e irritabilidade.
Em geral menos possibilidade de trabalhar do corpo.

É por isso que o treinador que tem a responsabilidade de preparar os atletas deve levar em conta o ciclo menstrual e recursos para implementar os planos individuais, tendo em conta as fases do ciclo menstrual.
Fases do ciclo menstrual:
- Fase Menstrual-Fase pós-menstrual-Fase de Ovulação-Fase Pós-ovulatória-Fase pré-menstrual.

Dosificação de carga segundo o ciclo menstrual:
O ciclo menstrual dura 28 dias normalmente, o que reflete em 10 ou 12 dias um estado de baixo rendimento, por isso recomenda-se que na fase menstrual sejam aplicadas cargas médias, na fase pós-menstrual cargas pesadas, fase de ovulação cargas médias, na fase pós-ovulatória cargas pesadas fase pré-menstrual cargas pequenas.


Dados corroborados pelos seguintes especialistas dedicados à formação das mulheres – Prof. Oscar Cadierno Matos e Dra. Sandra Cadierno Lastres.

Prof. Nelson Carvalho
Mestre em Motricidade Humana
Especialista em Metodologia do Treino
Pgd Fisiologia do Exercício

quarta-feira, 11 de julho de 2012

ANVISA SUSPENDE EMAGRECEDOR E ALERTA PARA OS RISCOS DE SUPLEMENTOS


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta terça-feira (10) a fabricação, distribuição, divulgação, venda e uso do emagrecedor OxyElite Pro em todo o país, por não ter sua composição, risco e segurança comprovados.
saiba mais
O produto é considerado um suplemento alimentar, da mesma forma que os similares Jack3D e Lipo-6 Black. É composto por uma substância chamada dimetilamilamina (DMAA), que pode causar dependência, disfunções metabólicas, insuficiência renal, falência do fígado, problemas cardiovasculares, alterações do sistema nervoso e até a morte.
O DMAA é usado também como descongestionante nasal e foi incluído entre as substâncias que acusam doping nos EUA. Países como Austrália e Nova Zelândia já suspenderam a substância.
Além de ser usado por quem quer emagrecer, o DMAA é empregado para aumentar o rendimento de atletas e também como droga. Na terça-feira passada (3), a Anvisa o incluiu na lista de substâncias proscritas no Brasil, o que impede sua importação, inclusive por pessoas físicas.
Suplementos novo (Foto: Arte/G1)
Segundo a Anvisa, alguns suplementos alimentares contêm ingredientes que não são seguros para o consumo ou apresentam substâncias "terapêuticas" que não podem ser ingeridas sem acompanhamento médico.
O alerta ressalta, ainda, que muitos suplementos vendidos no Brasil não estão regularizados pela agência e são comercializados irregularmente. Alguns contêm estimulantes e hormônios como testosterona e do crescimento (GH), sendo considerados, portanto, anabolizantes.
A regulamentação sanitária brasileira permite que pessoas físicas importem suplementos alimentares para consumo próprio, mesmo que esses produtos não estejam regularizados pela Anvisa. Entretanto, eles não podem ser importados com finalidade de revenda ou comércio ou conter substâncias sujeitas a controle especial ou proibidas, como é o caso do DMAA.
Cada país controla os suplementos de maneira específica e, em muitos casos, não são realizadas avaliações de segurança, qualidade ou eficácia antes da entrada deles no mercado.
No Brasil, alimentos apresentados em formatos farmacêuticos (cápsulas, tabletes ou outros destinados a serem ingeridos em doses) só podem ser comercializados depois de verificados eventuais efeitos adversos e a segurança do uso.
Propagandas e rótulos que indiquem alimentos para prevenção ou tratamento de doenças e sintomas, emagrecimento, redução de gordura, ganho de massa muscular, aceleração do metabolismo ou melhora do desempenho sexual são ilegais e podem conter substâncias não seguras, destaca a Anvisa.
Suplementos valendo (Foto: Arte/G1)
Como identificar suplementos não regularizados
- Promessas milagrosas e de ação rápida, como "Perca 5 kg em uma semana"
- Indicações de propriedades ou benefícios cosméticos, como redução de rugas, celulite, melhora da pele, etc
- Indicações terapêuticas ou medicamentosas, como cura de doenças, tratamento de diabetes, artrite e emagrecimento
- Uso de imagens e/ou expressões que façam referência a hormônios e outras substâncias farmacológicas
- Produtos rotulados exclusivamente em língua estrangeira
- Fotos de pessoas hipermusculosas ou que façam alusão à perda de peso
- Panfletos para divulgar alegações do produto como estratégia para burlar a fiscalização
- Comercialização em sites sem identificação da empresa fabricante, distribuidora, endereço, CNPJ ou serviço de atendimento ao consumidor
Recomendações aos consumidores
- Peça orientação de seu nutricionista ou médico para identificar produtos seguros e regularizados pela Anvisa
- Desconfie se o produto for "bom demais para ser verdade". Ter um corpo definido e emagrecer nem sempre é rápido ou fácil, principalmente de forma saudável
- Consumidores que adquiriram produtos com DMAA na composição devem buscar orientação na autoridade sanitária local sobre a destinação adequada
- Mais informações podem ser obtidas pela Central de Atendimento da Anvisa, no número
  0800 642 9782